Sobre o Screenshots.live
O Screenshots.live automatiza o trabalho repetitivo entre o código mobile e a App Store. Construído por um desenvolvedor que se cansou de re-exportar manualmente as mesmas capturas de tela para 13 idiomas a cada release.
Quem constrói isto?

Eric Isensee — Founder
Engenheiro baseado na Alemanha. Construindo o Screenshots.live desde 2024 com foco na superfície de API que os desenvolvedores realmente querem — configurações YAML, renderizações determinísticas e padrões amigáveis a CI/CD. Anteriormente entregou sistemas mobile e backend em e-commerce, fintech e ferramentas para desenvolvedores.
Por que o Screenshots.live existe?
As capturas de tela da app store são o ativo de marketing de maior alavancagem em mobile — elas decidem se um usuário instala seu app. Também são as mais trabalhosas: cada release significa re-exportar as mesmas composições para iPhone 6.5", iPhone 6.7", iPad 12.9", iPad 11", celular Android, tablet Android 7" e tablet Android 10". Multiplique por cada idioma em que você publica. Isso dá mais de 50 imagens por release para um app de um único idioma, mais de 600 para um app de 12 idiomas.
Exportações manuais quebram sob essa carga. Designers trocam de contexto. Idiomas ficam fora de sincronia. Releases atrasam. O Screenshots.live resolve isto tratando capturas de tela como código: desenhe uma vez em um editor visual, renderize programaticamente via uma API ou um plugin do Fastlane, entregue cada variante em uma única execução de CI.
Para quem é?
- Desenvolvedores mobile e tech leads que querem que a geração de capturas de tela viva no CI/CD em vez do backlog de um designer.
- Especialistas em ASO rodando testes A/B e que precisam de geração de variantes que não exija acrobacias com Sketch+Photoshop.
- Desenvolvedores indie e equipes pequenas publicando em múltiplos idiomas sem uma equipe de design dedicada.
- Equipes de marketing em empresas SaaS que precisam manter os ativos da loja sincronizados com mudanças de copy do produto.
Como construímos isto?
Três princípios guiam o produto:
- API-first. Toda capacidade do editor visual também é exposta como REST. Templates, items, renders, fontes — tudo endereçável por API key. Se um fluxo de trabalho pode ser feito no editor, ele pode ser feito no CI/CD.
- Renderizações determinísticas. O mesmo template + variáveis produz os mesmos pixels todas as vezes. Sem saídas instáveis de LLM no caminho de render. Crítico para testes de capturas baseados em diff e artefatos de CI revisáveis.
- Fan-out de idiomas por padrão. Renderização multi-idioma não é uma feature flag — é como o produto funciona. Um template, cada idioma suportado, em uma única chamada de API.
Onde posso saber mais?
- Leia o guia Construa com IA para fluxos de trabalho de agentes autônomos.
- Confira o blog para playbooks de ASO e estudos de caso de automação.
- Navegue pela referência de tamanhos de capturas de tela 2026.